sábado, 14 de fevereiro de 2015

A fuga da segurança


Eleitos para nos representar, eis a essência presente nos cargos políticos em geral. Quando não eleitos,  nomeados, mas ainda assim, representantes com aval concedido pelo maior homem de confiança do Estado.
Pois é, cargo de confiança sim! Uma vez que obteve o voto de confiança da maioria dos eleitores de seu colégio eleitoral.
Pelo menos a teoria é essa.
O grande problema é que essa teoria não se aplica no Estado do Paraná.
E há de se vigiar estes falsos deputados que agora surgem dizendo que "jamais fariam algo para prejudicar o servidor público".
Não fizeram porque tiveram medo da mobilização.
Não há sensibilidade, há conveniência.
Se estivessem agindo com retidão, justiça e comprometimento com o cargo que ocupam, não precisariam ser escoltados num veículo blindado.
Há de se prestar muita atenção neste governo que tenta nos convencer de sua governabilidade.
Num Estado onde o próprio secretário de segurança não se sente seguro entre a população que ele representa, algo, no mínimo, deve estar errado.

4 comentários:

  1. Lamentáveis episódios que enfraquecem a frágil democracia. Mas compreendo que não devemos deixar de lutar. Nossas armas são: a nossa voz, a nossa conduta e a escrita...

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  2. "Num Estado onde o próprio secretário de segurança não se sente seguro entre a população que ele representa, algo, no mínimo, deve estar errado" e é contra esse erro que voltamos nossas armas, cientes de que essa injustiça corporativa deve ser debatida.

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  3. "Num Estado onde o próprio secretário de segurança não se sente seguro entre a população que ele representa, algo, no mínimo, deve estar errado" e é contra esse erro que voltamos nossas armas, cientes de que essa injustiça corporativa deve ser debatida.

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  4. "Num Estado onde o próprio secretário de segurança não se sente seguro entre a população que ele representa, algo, no mínimo, deve estar errado" e é contra esse erro que voltamos nossas armas, cientes de que essa injustiça corporativa deve ser debatida.

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